AEE

AEE
A Sala de Recursos Multifuncionais do Centro de Educação de Jovens e Adultos - CEJA Ana Vieira Pinheiro é um espaço onde o AEE- Atendimento Educacional Especializado acontece considerando as necessidades específicas do aluno para complementar e/ou suplementar a sua formação, identificando, elaborando e organizando recursos pedagógicos e de acessibilidade que favorecem a inclusão e eliminam as barreiras para a plena participação dos alunos com deficiência, fortalecendo sua autonomia na escola e fora dela.
Mostrando postagens com marcador ATIVIDADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ATIVIDADE. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O rosto - suas partes e expressões

Aprenda a desenhar as partes do rosto







Os cartões de emoções são uma ótima ferramenta de aprendizado para seu filho sobre 
algumas emoções  do seu dia a dia como feliz, triste, frustrado, nervoso, raiva e surpresoDesenhe a boca de cada rosto com seu filho de acordo com a emoção




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Atividade com Palito de picolé colorido para trabalhar habilidades matemáticas e percepção visual

Atividade Palito de Picolé colorido é uma ótima maneira de trabalhar em habilidades matemáticas na escola, e com profissional de Terapia Ocupacional é uma grande oportunidade de trabalhar as habilidades de percepção visual (discriminação visual, orientação espacial e constância de forma)
Materiais necessários:
- palitos de picolé de cores variadas.
- papel e caneta hidrocor de cores variadas
- Grau dificuldade ( de acordo com números de palitos utilizados na atividade )

 Indicado para criança: 5 a 7  anos que estão em processo de construção: figuras simples ou complexas. Inventar, criar e construir figuras com palitos de picolé
 A criança construiu uma árvore e uma borboleta com os palitos de picolé.
 Em seguida, a criança copia o desenho no papel com caneta hidrocor , observar se a criança usou as mesmas cores para representar cada palito picolé.
A capacidade de transferir uma construção de uma figura dos palitos de picolé coloridos para um desenho 2-dimensional é habilidade impressionante para crianças pequenas.
Coluna publicada no Blog Tudo Bem Ser Diferente -Dica da Terapeuta Ocupacional Johanna Cordeiro Melo Franco. Toda segunda feira. www.tudobemserdiferente.wordpress.com

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Dicas da Terapeuta Ocupacional Joahnna Melo Franco

Dicas e estratégias sensoriais para casa e escola

 Dicas e estratégias sensoriais para casa e escola com input proprioceptivo (informações sensoriais músculos, articulações e tendões) para acalmar e organizar o comportamento da criança como almofadas pesadas no colo da criança
 Cantinhos apertados como rede ou cabana (dica para escola)
 Na hora do banho, balde ou cesto apertado para acalmar e organizar o comportamento nesta atividade
 Almofadas ou travesseiros pesados no colo para assistir televisão ou escutar uma história na escolinha
Bonecos texturizados ponderados ou com vibração para apertar com a mãos ou abraçar com toque profundo
fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/2013/05/dicas-de-estrategias-sensoriais-para.html

terça-feira, 12 de março de 2013

Orientando um deficiente visual no uso do computador


O primeiro contato do deficiente visual com o computador é um momento cercado de múltiplos sentimentos, misturando insegurança com curiosidade, despertando medo e ansiedade, e acima de tudo uma vontade imensa de conquistar a independência para realizar tarefas comuns ao dia-a-dia, mas que para ele, até então, não seriam possíveis sem a mediação de um vidente, o que tornam suas ações restritas.
O computador precisa ser apresentado em sua totalidade, não como algo intocável, cuja fragilidade não permite explorações, mas como um objeto que esteja a serviço do homem, uma ferramenta que mereça ser tocada, ser experimentada em suas diversas características físicas ou operacionais.
O deficiente visual não precisa ter medo do computador e, para isso, o professor/mediador pode tentar criar um clima de descobertas, propiciando esse contato e essa aproximação, bem como estabelecer uma relação de segurança e confiança entre ambos: usuário/mediador/equipamento.
A partir do reconhecimento da estrutura física do computador, um diálogo torna-se fundamental, para traçar metas, objetivos, finalidades, procurando compreender o porquê e o para quê esse novo conhecimento se aplica no dia-a-dia desses usuários.
Muitas ações são essenciais e dependem da etapa de aprendizado que esse educando se encontra, podendo aliar escrita/leitura do código Braille às funções do software ou apenas inserir o comando de voz a quem já domine a língua escrita ou, ainda, substituir o visual pelo áudio no caso de adultos já familiarizados com o mundo digital. E, uma outra oportunidade seria a utilização do computador para alfabetização/reabilitação no caso de experiências sem sucesso com o código Braille. Em quaisquer situações o uso do teste do teclado é insubstituível, e em certos casos podemos introduzir algumas marcas específicas no teclado, como etiquetas em Braille.
Conhecer a posição das teclas, identificar o som que cada uma produz (maiúscula e minúscula), até mesmo medir a força/pressão dos dedos para teclar é algo de extremo valor no início do aprendizado em informática. Posteriormente podemos navegar em seus menus, apresentando as opções do programa, leitor de documentos, editor de texto, jogos, entre outros. Gradativamente iremos ampliando essas explorações de acordo com o grau de dificuldade e com o desempenho de cada um diante das novas ações que estão sendo implementadas. O leitor de documentos é um dos aplicativos de maior importância para a familiarização da voz (pronúncia de palavras, leitura de frases, pontuação). Nessa etapa surge uma enorme dificuldade para compreender o que se fala, podendo diminuir as dúvidas de acordo com o uso. Quanto mais se escuta mais comum a voz se apresenta e a leitura surge com naturalidade.
O editor de texto é outro momento para explorar a digitação, assim como diferentes funções dentro do aplicativo.
Jogos e utilitários podem servir como apoio a construção dos conhecimentos em Dosvox. Uma outra observação pertinente ao tema, é a de que, no Dosvox, podemos utilizar diferentes caminhos para se chegar ao mesmo lugar, tornando-o ainda mais dinâmico. Basta esquecermos um dos caminhos que logo recorremos a outro pra substituir a lacuna que o esquecimento causou.
O computador pode e deve ser visto como uma ferramenta cognitiva que facilita a estruturação do trabalho, viabilizando a descoberta, oferecendo condições propícias para a construção do conhecimento.
Assim, a "informática" não deve ser vista como uma substituição do professor como mediador de um processo. É uma ferramenta que precisa ser utilizada a favor desse processo de ensino/aprendizagem e não contrário a ele. Estamos vivendo essa transição e, o "deficiente visual" também tem a oportunidade de estar cada vez mais próximo desse recurso, participando dessa evolução.
O acesso à informação pelo deficiente visual, até o surgimento de um sistema que possibilitasse sua interação com o computador, estava restrito ao uso do Sistema Braille, método essencial na etapa de alfabetização, na qual o contato com a palavra escrita, sua forma gráfica e distribuição no papel são essenciais para o processo. Porém o isolamento do deficiente visual, sobretudo adultos em processo de escolarização, reabilitação e profissionalização estava limitado aos seus pares, em que o Braille só permitia a comunicação entre os que o dominavam ou, através de transcrições dependendo de terceiros para atingir tal finalidade.
Por outro lado, as informações via áudio são falhas no sentido em que não se possibilita navegar no texto letra a letra, saber como as palavras são escritas, retornar e avançar com rapidez um determinado trecho.
Para isso, o Dosvox veio trazer a liberdade e independência que o deficiente visual precisava, autonomia esta que está sendo conquistada, aprimorada e reconstruída dia-a-dia com as constantes transformações tecnológicas, pois num momento em que o mundo se encontra conectado constantemente com a informação o deficiente visual ganha seu espaço não só para a conquista de sua comunicação, mas uma forma eficaz de inclusão escolar, profissional e social, podendo ele interagir com o mundo, ir além dos limites que sua visão alcança...
É ampliar suas possibilidades não apenas de interação homem/máquina, mas, sobretudo da interação entre todos nós!!!
Construir e reconstruir espaços acessíveis sejam eles dentro ou fora do ambiente educativo, tem como objetivo atingir um número cada vez maior de pessoas.
Devemos priorizar as múltiplas maneiras que os Deficientes Visuais apresentam de perceber e relacionar-se com o mundo, não evidenciando as deficiências, longe da super proteção e aproximando-se de uma maior valorização do ser humano. Percebemos, nessa longa caminhada, os desafios e obstáculos que temos que vencer dia-a-dia, porém não estamos sozinhos...
Trabalhar com Educação Especial/Inclusão Escolar é algo muito gratificante, até porque vivi e vivencio isso na prática e, a partir dessas experiências, aliadas à uma formação teórico/prática, tenho a missão de transformar as dificuldades em superação.
Fonte: Planeta educação - texto Luciane Maria Molina Barbosa

Escrita Pré-Silábica-Atividades

 

Iniciando o ano letivo, estou me deparando com aprendizes que estão no segundo ano e ainda não automatizaram a sequência, escrita e leitura do alfabeto.
A escrita e leitura passam por hipóteses e tempo de descobertas e construções.
Por isso fiz uma coletânea de atividades escritas com exemplificação desta fase do nível pré-silábico.
Jogos e registro são ótimas ferramentas para auxiliar os aprendizes na alfabetização.
Emília Ferreiro nos dá algumas orientações.Confira!
(Rosangela Vali)



Subdividida em dois níveis, nessa fase, a criança não traça o papel com a intenção de realizar o registro sonoro do que foi proposto para a escrita:

a) Nível 1 - Ela apresenta baixa diferenciação entre a grafia de uma palavra e outra, por isso costuma escrever palavras de acordo com o tamanho do que está representando. Seus traços são semelhantes entre si e, muitas vezes, nem ela consegue identificar o que escreveu - leitura instável. Algumas vezes, usa como estratégia o pareamento de desenhos com as palavras - para poder ler com mais segurança -, o que também pode caracterizar certa insegurança ao decidir que letras usar. Essa dificuldade acontece porque ela ainda não compreendeu a função da escrita e ainda confunde a escrita com desenhos.


b) Nível 2 - Embora já saiba que há uma quantidade mínima de caracteres e que seu emprego é necessário para a escrita, a criança ainda tenta criar diferenciações entre os grafismos produzidos, a partir do arranjo das letras que conhece (por poucas que sejam), mas sua escrita continua não analisável.

Algumas sugestões de atividades para o nível pré-silábico:
★ Liste o nome de todas as crianças no quadro ou em cartazes.
★ Faça com que cada aluno identifique seu nome e, depois, o de cada colega, para que eles percebam que nomes maiores podem pertencer às crianças menores e vice-versa.
★ Classifique os nomes pelo som inicial, em ordem alfabética ou em galerias ilustradas com retratos ou desenhos.
★ Crie e aplique jogos com nomes (dominó, memória, boliche, bingo etc.).
★ Peça para a criançada fazer a contagem das letras e o confronto dos nomes.
★ Confeccione junto a eles gráficos de colunas com os nomes seriados em ordem de tamanho (número de letras).
★ Repita essas mesmas atividades, utilizando palavras do universo dos alunos, tais como rótulos de produtos ou recortes de revistas (propagandas, títulos, palavras conhecidas etc.).
★ Após desenvolver esse trabalho em sala de aula, aplique essas sugestões durante a sondagem.


Aqui você também encontrará mais atividades.
É só clicar no SELINHO abaixo.
Bom proveito!
 
Fonte: http://rosangelaprendizagem.blogspot.com.br/2013/03/escrita-pre-silabica-atividades.html

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Material adaptado

Produção de materiais adaptados - UNIVALI



















Agradecimento a toda equipe de Educação Especial da UNIVALI , em especial a Maria Fernanda d'Ávila da qual me convidou para participar das oficinas.