
Este blog é um espaço destinado a troca de experiências e conhecimentos, idéias e ideais que envolvem o Atendimento Educacional Especializado.
AEE
A Sala de Recursos Multifuncionais do Centro de Educação de Jovens e Adultos - CEJA Ana Vieira Pinheiro é um espaço onde o AEE- Atendimento Educacional Especializado acontece considerando as necessidades específicas do aluno para complementar e/ou suplementar a sua formação, identificando, elaborando e organizando recursos pedagógicos e de acessibilidade que favorecem a inclusão e eliminam as barreiras para a plena participação dos alunos com deficiência, fortalecendo sua autonomia na escola e fora dela.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sugestão de Atividades de Coordenação Letras
Olá meus queridos visitantes! Estava fazendo minhas pesquisas e encontrei no blog da Terapeuta Ocupacional Joana Cordeiro Melo Franco as sugestões abaixo de atividades com letras. Vejam que interessantes:
Letras
de feltro, emborrachadas ou madeira. Passar o dedinho indicador em cima
da letra no sentido da escrita
Chaveiro
das letras. Sentido da escrita com numeração ou setas.
Sensação tátil .Escrever as letras na areia, tinta ou massinha.
Construção
das letras com arame revestido.
Pareamento
letra x letra. Cartelas com letras e pregador de roupa com as letras
correspondentes.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Mãe especial - Nossa homenagem!!
A Passagem do Tempo
Estamos aqui e logo estaremos ali Acolá,Em algum lugar
Que tenhamos paz será?
Estamos olhando um para outro
Você feliz ouvindo Somewhere in time...
Eu tentando concatenar minhas ideais
Tão confusas, tão minhas,
Muitas vezes incoerentes.
Poeticamente ilusória.
Mas que mundo a parte o nosso!
Há luz e sombra...
Há dor e alegria
Um punhado de ironia
Para com os incrédulos
Mas eu sei que o tempo
Inexoravelmente um dia nos separara.
Deus, como dói pensar...
Mas como precisamos nos preparar...
Seu sorriso ingênuo
Reveste-me de esperança
Seu carinho conquistado a duras penas
Fortalece-me e me faz seguir
Não sei o que nos espera?
Mas façamos dessa trajetória
Um aprendizado...
Que em noite de vigília
Os anjos nós encontrem
E a todos desejamos felicidade
A mesma que nunca sentimos
Mas
vislumbramos no horizonte
Pois a
felicidade não é tocável
É algo de
sublime
Que sentimos na alma...
Talvez um dia
Que nos desprendermos
Dos
laços da matéria
Saibamos
realmente
Como senti-la...
*Liê Ribeiro
Mãe do Gabriel
Gustavo - autista.
fonte: http://autismovivenciasautisticas.blogspot.com.br
Neurofeedback
Treinamento de neurônios: técnica permite tratar depressão, isquemia e autismo
A técnica ensina a desenvolver
a concentração,
a aprendizagem,
a memorização o equilíbrio emocional.
Quem
encontra Felippo Bello
conversando ao lado da mãe, participando das atividades escolares ou
interagindo com outras colegas pode imaginar estar diante de uma criança
como
outra qualquer.
Desde cedo, no entanto, a
família luta para vencer o autismo, uma disfunção geral do
desenvolvimento, que
compromete a capacidade de comunicação, a socialização e o
comportamento,
ameaçando a convivência da criança com o mundo.
Adriana Nogueira transformou sua
vida para ajudar ao filho, Felippo Bello
Além do amor abdicado de
Adriana, Felippo contou com o auxílio do neurofeedback. A técnica –
desenvolvida há 50 anos - consiste numa espécie de treinamento
neurológico do
cérebro, que ensina a desenvolver a concentração, a aprendizagem, a
memorização
e o equilíbrio emocional. O processo não utiliza medicamentos, apenas os
estímulos.
Com apenas um ano e meio, em
meio aos telefonemas diários, a avó de Felippo percebeu que algo havia
de
estranho com o pequeno. A experiência com a educação de crianças
especiais
ajudou a identificar o isolamento do mundo. Em seguida, a família
percebeu a
fala desconexa e a dificuldade de
construir frases.
Desde então, a mãe de Felippo, a
empresária Adriana Nogueira, travou uma luta pessoal em busca de
mecanismos e
tratamentos que facilitassem e emprestassem mais qualidade à vida do
filho.
Mesmo diante de diagnósticos
confusos que, por vezes, apontavam para a Síndrome de Asperger (que
consiste
num espectro autista que se diferencia do autismo clássico por não
comportar
nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da
linguagem do
indivíduo, os portadores são também conhecidos como autistas de alta
performance),
ela não perdeu a fé de encontrar uma forma de reconectar Felippo.
Neurofeedback
O psicólogo especializado em
neurofeedback nos Estados Unidos e Mestre em Neurociência pela
Universidade de
São Paulo(USP), Leonardo Mascaro explica que, na prática, o tratamento
consiste, inicialmente, na realização de exames com o tomográfo, que
descreve
as bases neurológicas de cada paciente.
A partir da leitura
eletroencefalográfica, são identificados as estruturas profundas do
comprometimento que acomete o cérebro do paciente e, melhor ainda,
viabilizam o
treinamento destas estruturas cerebrais. “Com o resultado da leitura do
mapa,
condicionamos os neurônios através de estímulos diversos”, explica.
Leonardo esclarece que, embora
clinicamente e do ponto de vista dos sintomas, muitas doenças de cunho
neurológico - como déficit de atenção e
TOC, ou dislexia e quadros de anóxia – imitem umas as outras, o exame
permite
que haja uma diferenciação clara, evitando erros no diagnóstico e,
conseqüentemente no tratamento, inclusive, o medicamentoso.
O resultado do tratamento por
neurofeedback é demonstrado através de mapas obtidos no início e no
final do
tratamento de cada paciente, evidenciando cada condição de sua evolução.
O tratamento é válido não só
para os casos de autismo, mas também no tratamento da dislexia, déficit
de
atenção, ansiedade, depressão e pânico, além de TOC (transtorno
obsessivo-compulsivo), estresse pós-traumático, fadiga crônica e
fibromialgia,
insônia, bem como quadros iniciais de Alzheimer, traumatismo
crânio-encefálico
e de isquemia ou derrame.
“Cada vez mais é possível
desenvolver as potencialidades do cérebro. Na última década, a
tecnologia
permitiu o alcance de uma evolução sem precedentes, fazendo com que o
tratamento não medicamentoso dessas diversas condições seja uma
realidade”,
esclarece Mascaro.
O especialista revela que o
neurofeedback não possui contra indicações, nem mesmo para aqueles
pacientes
portadores de deficiência visual ou auditiva. “Conforme o trabalho
acontece,
novos mapeamentos são feitos e ajustes no tratamento são destacados”,
diz .
Carmen
Vasconcelos
carmen.vasconcelos@redebahia.com.br
Fonte:http://autismovivenciasautisticas.blogspot.com.br/
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Mãe ESPECIAL!!!
Ser pego de surpresa não é fácil, mas há certas situações que nem mesmo todo o tempo do mundo nos faz estar preparados. Acordei ansiosa, preocupada... No caminho tentando relaxar mas apesar do riso, da cara tipo "está tudo bem", estava bem chateada. A primeira vez foi até fácil, o Fabio o distraiu enquanto eu passava a sonda e ele só reclamou um pouquinho.
Voltamos para casa, cada um na sua, as crianças numa boa e eu e Fabio "naquelas"...
Saber que muitos pais e crianças passam por isso nos ajuda bastante, pois se eles conseguem nós também vamos conseguir. Mas a dor... nem sabendo que pessoas passam por piores tragédias, alivia...
Acabei não seguindo os horários certinhos, dormi a tarde, quando acordei estava na hora de passar novamente e quando me viu preparar o material Lucas falou:
- Não me machuque, mãe!
Ai caramba... lá fui eu explicando pra ele que não machuca, apenas que incomoda... passei, não saiu nada, fiquei até pensando que não fiz certo, é complicado quando não tem niguém mais experiente pra dizer é assim mesmo... ou é dessa forma... agora a noite novamente fui preparar o material e ele estava mais arisco me dizendo que dói, que machuca... pedindo pra não fazer isso e meu coraçãozinho coitado ficou em pedaços. Aproveitei pra conversar com ele, dizer que muitos pais e filhos fazem o mesmo procedimento, que é necessário para que ele não fique doente e precise ir ao hospital, que o importante é que é a mamãe que está fazendo e que faz com todo amor e cuidado pra não machucá-lo, pra ele ser forte e que juntos vamos conseguir. Passei novamente, dessa vez saiu a urina e fiquei mais aliviada, sei que deu certo!
Ele estava bem desconfortável, ficou com medo, todo travado, isso porque o pai está do lado nos ajudando e isso tem sido fundamental. A anos atrás passamos por mal bocados apenas nós dois e hoje o temos ao nosso lado. Sua presença é muito importante pra nós, nos conforta e nos dá segurança.
Só quero conseguir me adaptar logo a essa nova fase, tirar de dentro de mim essa sensação ruim de impotencia... o fato de que eu mesma tenho que passar a sonda me machuca demais mas ao mesmo tempo me consola pois não é uma pessoa estranha que faz o trabalho e muitas vezes com frieza, eu ao contrário faço com todo amor e cuidado do mundo tentando incutir em minha mente que é puramente para seu bem estar.
Fonte: http://umamaeespecial.blogspot.com
Voltamos para casa, cada um na sua, as crianças numa boa e eu e Fabio "naquelas"...
Saber que muitos pais e crianças passam por isso nos ajuda bastante, pois se eles conseguem nós também vamos conseguir. Mas a dor... nem sabendo que pessoas passam por piores tragédias, alivia...
Acabei não seguindo os horários certinhos, dormi a tarde, quando acordei estava na hora de passar novamente e quando me viu preparar o material Lucas falou:
- Não me machuque, mãe!
Ai caramba... lá fui eu explicando pra ele que não machuca, apenas que incomoda... passei, não saiu nada, fiquei até pensando que não fiz certo, é complicado quando não tem niguém mais experiente pra dizer é assim mesmo... ou é dessa forma... agora a noite novamente fui preparar o material e ele estava mais arisco me dizendo que dói, que machuca... pedindo pra não fazer isso e meu coraçãozinho coitado ficou em pedaços. Aproveitei pra conversar com ele, dizer que muitos pais e filhos fazem o mesmo procedimento, que é necessário para que ele não fique doente e precise ir ao hospital, que o importante é que é a mamãe que está fazendo e que faz com todo amor e cuidado pra não machucá-lo, pra ele ser forte e que juntos vamos conseguir. Passei novamente, dessa vez saiu a urina e fiquei mais aliviada, sei que deu certo!
Ele estava bem desconfortável, ficou com medo, todo travado, isso porque o pai está do lado nos ajudando e isso tem sido fundamental. A anos atrás passamos por mal bocados apenas nós dois e hoje o temos ao nosso lado. Sua presença é muito importante pra nós, nos conforta e nos dá segurança.
Só quero conseguir me adaptar logo a essa nova fase, tirar de dentro de mim essa sensação ruim de impotencia... o fato de que eu mesma tenho que passar a sonda me machuca demais mas ao mesmo tempo me consola pois não é uma pessoa estranha que faz o trabalho e muitas vezes com frieza, eu ao contrário faço com todo amor e cuidado do mundo tentando incutir em minha mente que é puramente para seu bem estar.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Dicas para Professores no atendimento com alunos que apresentam baixa visão e cegueira, para fazer da Sala de Aula um ambiente seguro e positivo
Aprenda e entenda as capacidades visuais do aluno cego ou visão subnormal;
Identifique as características visuais que aumentam as funções visuais do aluno (cores, contraste, tamanho);
Coloque a carteira do aluno próximo a sua mesa, lousa e porta da sala de aula;
Reduza iluminações distrativas; coloque a carteira do aluno longe da fonte de luz e em lugar bem claro;
Permita que o aluno troque de lugar, aumentando as oportunidades de ver e ouvir; e assim, escolher qual lugar é melhor para ela (pergunte);
Abra e feche a porta completamente ( uma porta meio aberta pode ser um obstáculo perigoso);
Elimine barulhos desnecessários; não fale muito alto ( a dificuldade do aluno é na visão e não na audição), pois isso tende a aumentar o nível de barulho da sala de aula;
Elimine confusões na sala de aula, circule pelos corredores, entre as carteiras, demonstre interesse pelo que estão fazendo;
Coloque os materiais em locais determinados, de forma que os alunos saibam onde cada item em particular é, em geral, guardado ( comunique o aluno qualquer alteração);
Mantenha as programações rotineiras para que o aluno saiba o que esperar no dia e na hora específicos;
Oriente seus alunos usando seus primeiros nomes para obter sua atenção;
Não saia da sala de aula sem avisar o aluno;
Explique as regras implícitas e explícitas para conduzir a turma, dentro e fora da sala;
Estimule os alunos com deficiências visuais a expressar suas necessidades visuais;
Repita oralmente as informações escritas na lousa, projeção ou vídeo. Lembre-se de que ampliações nas imagens projetadas não são úteis para todos os alunos cegos ou com baixa visão;
Prepare impressos ampliados ou em Braille ( solicite à professora da Sala de Recursos), quando propor atividade completares aos cadernos do aluno ampliados;
Incentive o aluno a usar o “caderno do aluno ampliado” (a escola pode produzir), é recurso público destinado a ele;
Grave em áudio as aulas, para que os alunos possam usar como apoio nos estudos em casa;
Selecione atividades em cores brilhantes e contrastantes para os alunos que se beneficiam desse recurso visual (amarelo sobre o roxo/ preto sobre laranja) e uso de canetas de ponta grossa;
Procure o especialista na área da deficiência visual (professora da Sala de Recursos) ou a equipe da Educação Especial de sua Sesempre que tiver dúvidas e mantenha suas expectativas altas.
Fonte: http://especialdeadamantina.wordpress.com/author/leilakanada/
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